.11 segundos para vencer
Há uma década, acompanhamos a revolução móvel de perto, trabalhando na sede do Google na Califórnia. Na época, comprar algo pelo celular ainda parecia arriscado. As marcas que apostaram cedo venceram.
Hoje, a próxima mudança está em curso. A forma como as pessoas descobrem empresas, fazem perguntas e decidem o que comprar está saindo das páginas estáticas para as conversas com assistentes de IA. Foi por isso que criamos o Point11.
Escolhemos o nome Point11 por uma verdade humana simples: uma boa conversa depende da agilidade de resposta. Uma pesquisa do Max Planck Institute constatou que, em diferentes idiomas e culturas, as pessoas minimizam de forma consistente os intervalos entre turnos de conversa e percebem diferenças de apenas .11 segundos. À medida que comprar se torna uma conversa, as marcas precisam atender a essa expectativa.
Cada conversa é um sinal: o que seus clientes querem, o que perguntam e por que escolhem você ou seguem em frente. As marcas que vencerem não vão apenas aparecer nas respostas. Vão entender os clientes por trás delas.

Adam Fish
Cofundador e CEO

Robert Bernton
Cofundador e CRO